Marciele Albuquerque se transforma em onças no Festival de Parintins 2026; VÍDEO

  • 27/06/2026
(Foto: Reprodução)
Marciele Albuquerque se transforma em onça parda e preta no Festival de Parintins 2026 A cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque, protagonizou um dos momentos mais aguardados da segunda noite do 59º Festival de Parintins. Ela surgiu da alegoria “Curupira – O Guardião da Vida”, uma das principais atrações do espetáculo do boi azul neste sábado (27) e na evolução se transformou em onças. Inspirada em um dos seres mais conhecidos do imaginário amazônico, a alegoria retratou o Curupira como guardião da floresta e defensor dos territórios da vida. Segundo o projeto artístico do Caprichoso, o encantado simboliza a força ancestral que protege a mata, os animais e o equilíbrio da natureza diante das ameaças à Amazônia. ➡️ Acompanhe, em tempo real, tudo o que acontece na segunda noite do Festival de Parintins 2026. Marciele Albuquerque surge da alegoria do Curupira na segunda noite do Festival de Parintins 2026 Foto: Lucas Macedo/g1 AM Marciele surgiu da alegoria para defender o item 9, ao som da toada “Trilha de Curupira”. Em sua dança, ela representou a força, a ancestralidade e a resistência da mulher indígena — marcas de sua trajetória na arena. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Na segunda noite, o Caprichoso apresentou o subtema “O Chão Ancestral”, que integra o projeto “Brinquedo que Canta seu Chão”. O espetáculo mostra a Amazônia como território vivo, protegido por encantados e guardiões da floresta, reforçando a importância dos povos originários e da preservação da natureza. Marciele Albuquerque durante segunda noite do Festival de Parintins 2026. Foto: Mauro Neto/Secom Marciele Albuquerque vira onça pintada e onça preta no Bumbódromo Foto: Lucas Macedo/g1 AM Marciele Albuquer se transforma na segunda noite do Festival de Parintins 2026 Foto: Patrick Marques/g1 AM Marciele Albuquerque é um dos itens individuais mais aguardados do Festival de Parintins. Reconhecida pela intensidade de suas apresentações, a cunhã-poranga representa, na arena, a força, a ancestralidade e a resistência da mulher indígena, unindo arte, cultura e representatividade em cada evolução A lenda indígena é inspirada em um dos personagens do imaginário amazônico mais conhecido. E defende a preservação da Floresta Foto: Lucas Macedo/g1 AM LEIA TAMBÉM Ao som de 'Deusa das Lutas', Marciele Albuquerque faz evolução na primeira noite do Festival de Parintins 2026; VÍDEO

FONTE: https://g1.globo.com/am/amazonas/festival-de-parintins/2026/noticia/2026/06/27/marciele-albuquerque-surge-da-alegoria-do-curupira-na-segunda-noite-do-festival-de-parintins-2026.ghtml


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